VIVENDO A LOGÍSTICA

ESTOQUE: LUCRO OU DESPERDÍCIO?

Certamente, qualquer que seja sua idade ou tempo de trabalho profissional em Logística, o título acima foi, é e será parte integrante de PROBLEMAS & SOLUÇÕES na Cadeia de Abastecimento.

No link abaixo, você vai ler na íntegra uma matéria publicada pela REVISTA DIRIGENTE INDUSTRIAL há 15 anos (veja na capa a moeda da época), destacando em especial o box “A Mágica da Logística” no qual eu destaco:

Estoque zero “é pura balela”, diz, porque nenhum ciclo sobrevive sem um mínimo de armazenagem de insumos ou produtos para pronta-entrega. E estoque de segurança, para ele, trai todo o conceito de modernidade e produtividade empresarial, já que pressupõe falta de parceria e confiança no fornecedor, algo ainda muito presente no Brasil.

Quer dizer, apesar de tanto tempo, me faz lembrar uma conhecida propaganda de um shampoo: “Seus cabelos mudaram, mas a sua voz continua a mesma”, ou então, aquela conhecidíssima do Bamerindus: “O tempo passa, o tempo voa, mas a poupança Bamerindus continua numa boa”. Ou seja, os problemas citados nesta matéria já foram amplamente debatidos, mas… os problemas continuam os mesmos.

ESTOQUE: LUCRO OU DESPERDÍCIO?

J.G. Vantine.

 


PONTO DE VISTA

PORQUE O GOVERNO NÃO TERCEIRIZA O MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES?

Em vários editoriais passado tenho tratado sobre a inoperância de alguns ministérios do atual governo petista, que contém parte de processo interveniente com a Logística, como: Transportes, Indústria e Comércio, Economia/SRF. Isto porque, se pegarmos os jornais do início de 2002 veremos que as manchetes e os temas são sempre os mesmos. O que temos são somente os infindáveis e redundantes improvisos do Presidente Lula.

Matéria publicada no jornal “O Estado de São Paulo” do último dia 08 informa que estão em andamento 25 projetos de construção de novos terminais portuários com investimentos privados que ultrapassam R$8 bilhões. Se o governo não faz a sua obrigação, os empresários não deixam o país parar.

Embora seja uma abstração, creio que se possível fosse, além da economia gerada com eliminação de “cargos comissionados de apadrinhados” somados a eficiência e produtividade da iniciativa privada, teríamos muito a ganhar com a unificação dos processos em um Ministério da Logística e Infra-estrutura, e num pacote único ele fosse terceirizado por um consórcio empresarial, sem influência personalíssima de certos ministros que usam o governo como palanque eleitoral.

Apagão Logístico, termo criado há muitos anos pelo presidente da NTC&L, Geraldo Vianna, parece que já foi absorvido por todos e ninguém mais se preocupa. E na linguagem popular o governo continua “empurrando com a barriga”.

É um sonho impossível, mas pelo menos sonhado, ainda é uma das poucas coisas que não pagamos impostos.

J.G.Vantine